Acheter d'occasion
EUR 20,79
+ EUR 2,49 (livraison en France métropolitaine)
D'occasion: Très bon | Détails
Vendu par momox fr
État: D'occasion: Très bon
Commentaire: Plus d'un million de clients satisfaits. Vendu par momox, professionnel de la vente en ligne d'articles culturels d'occasion. Prix compétitifs jusqu'à -80% du prix neuf.
Vous l'avez déjà ? Vendez sur Amazon

Four In One Enregistrement original remasterisé

5.0 étoiles sur 5 1 commentaire client

2 neufs à partir de EUR 31,48 2 d'occasion à partir de EUR 20,79
Promotions et bons plans musique CD Vinyle Promotions et bons plans musique CD Vinyle


Offres spéciales et liens associés


Détails sur le produit

  • CD (11 juin 2001)
  • Nombre de disques: 1
  • Format : Enregistrement original remasterisé
  • Label: Elektra
  • ASIN : B000056OZF
  • Autres éditions : CD  |  Album vinyle
  • Moyenne des commentaires client : 5.0 étoiles sur 5 1 commentaire client
  • Classement des meilleures ventes d'Amazon: 334.885 en Musique (Voir les 100 premiers en Musique)
  • Voulez-vous nous parler de prix plus bas?
    Si vous vendez ce produit, souhaitez-vous suggérer des mises à jour par l'intermédiaire du support vendeur ?

Liste des titres

Disque : 1

  1. Four in one
  2. Light blue
  3. Monk s dream
  4. Evidence
  5. Reflections
  6. Eronel

Description du produit

Description du produit

FOUR IN ONE

Amazon.fr

Lorsqu'ils jouaient ensemble, Kenny Barron, Buster Williams et Ben Riley avaient depuis longtemps inscrit la musique de Thelonious Monk à leur répertoire. Lorsque Charlie Rouse accepta de rejoindre leur trio, le groupe choisit de porter le nom de Sphere en hommage au pianiste qui, depuis de longues années, gardait le silence. Monk n'eut jamais l'occasion d'entendre ce bel album entièrement consacré à ses compositions. Il s'éteignit le 17 février 1982, le jour même d'un enregistrement qu'il aurait sans nul doute apprécié. --Pierre de Chocqueuse

Commentaires en ligne

5.0 étoiles sur 5
5 étoiles
1
4 étoiles
0
3 étoiles
0
2 étoiles
0
1 étoile
0
Voir le commentaire client
Partagez votre opinion avec les autres clients

Meilleurs commentaires des clients

Par Philiplo TOP 1000 COMMENTATEURS le 20 juillet 2009
Format: CD Achat vérifié
Le groupe Sphere a surtout existé de 1982 à 1988 (de la mort de Thelonious Monk à celle de Charlie Rouse). Le groupe était composé du saxophoniste ténor Charlie Rouse, du pianiste Kenny Barron, du bassiste Buster Williams et du batteur Ben Riley. Ici, ils enregistrent et revisitent de belle manière six compositions de Thelonious "Sphere" Monk. Sur "Light Blue" tres belle partie de basse de Buster. Très beau solo de Kenny Barron sur "Reflections"; Charlie Rouse est constamment inspiré.
Bel album, fort bien enregistré par Rudy Van Gelder en 1982.
Remarque sur ce commentaire Une personne a trouvé cela utile. Avez-vous trouvé ce commentaire utile ? Oui Non Commentaire en cours d'envoi...
Merci pour votre commentaire.
Désolé, nous n'avons pas réussi à enregistrer votre vote. Veuillez réessayer
Signaler un abus

Commentaires client les plus utiles sur Amazon.com (beta) (Peut contenir des commentaires issus du programme Early Reviewer Rewards)

Amazon.com: 4.8 étoiles sur 5 4 commentaires
1 internautes sur 1 ont trouvé ce commentaire utile 
5.0 étoiles sur 5 Five Stars 19 février 2015
Par bmachine - Publié sur Amazon.com
Format: CD Achat vérifié
Hard to find but great to hear !
3 internautes sur 7 ont trouvé ce commentaire utile 
4.0 étoiles sur 5 Recent recording review. Sphere's FOUR IN ONE 6 juin 2010
Par R. Williams - Publié sur Amazon.com
Format: CD Achat vérifié
This recording was something that was long waited for (unable to locate in recording stores) but completely glad to find a copy thru Amazon. The delivery time was just right. Thank you.
2 internautes sur 7 ont trouvé ce commentaire utile 
5.0 étoiles sur 5 Recomendo 11 octobre 2009
Par John Lester - Publié sur Amazon.com
Format: CD
Não se trata apenas de um grupo criado para prestar tributo a Thelonious Monk: o Sphere, que durou de 1982 a 1988, também gravou composições próprias em contexto, por assim dizer, fora da influência de Monk.

Personnel:

Kenny Barron Piano
Gary Bartz Sax (Alto), Sax (Soprano)
Ben Riley Drums
Charlie Rouse Tenor Sax
Buster Williams Bass

Tracks:

1 We See Monk 8:29
2 Isfahan Ellington, Strayhorn 8:15
3 Uncle Bubba Bartz 6:19
4 Hornin' In Monk 8:27
5 Buck and Wing Bartz 7:52
6 Twilight Barron 9:19
7 The Surrey With the Fringe on Top Hammerstein, Rodgers 7:22

Foi o amigo JoFlavio, conspícuo membro do dilucidante blog Charuto Jazz, quem veio com a estória de que Thelonious Monk não sabia tocar piano. São dele as seguintes linhas: "Acompanho a carreira do Monk desde o início da década de 60. Não só como pianista, mas principalmente como compositor. Monk chegou a ser considerado um "pianista menor", talvez pela técnica pobre, que até o impossibilitava de tocar em "up tempo" - se comparado, por exemplo, a um Oscar Peterson, Herbie Hancock, Chick Corea, etc. Era nítido o esforço dele em tocar. Sim, como consolo, foi criativo harmonicamente. O grande legado de Monk está nos temas que compôs, de certo modo revolucionários para a época. Como pianista, em minha opinião, não fez escola." Ora, ora. Não demorou um minuto, estava desencadeada uma das maiores polêmicas já suscitadas aqui no Jazzseen, alvoroço geral, acusações gratuitas, ataques de hackers, celeuma, cizânia e crise. Convocamos, às pressas, eu e Reinaldo Santos Neves, Reunião Extraordinária do Clube das Terças, onde o sócio André, especialista em Monk, fora convocado a falar. Um silêncio incômodo sentou-se à mesa do Clube, enquanto todos aguardavam aflitos a definitiva sentença. André disse: "A ênfase no bebop é a improvisação, sendo rara a presença marcante de compositores, caso de Thelonious Monk. Suas melodias nada ortodoxas, repletas de progressões complexas de acorde, costumavam intimidar até mesmo os mais ágeis instrumentistas e não resta dúvida de que seu estilo influenciou uma série de pianistas importantes do bebop e do post bop, entre eles Bud Powell, Mal Waldron, Andrew Hill, Dollar Brand, Randy Weston, Herbie Nichols, Cecil Taylor, Misja Mengelberg, Anthony Davis, Karl Berger, Chick Corea, Geri Allen, todos eles réus confessos, no sentido de que, além de reconhecerem a influência de Monk, refletem ou refletiram em alguma fase de suas carreiras nítida inspiração na abordagem pianística monkiana - o iniciante deverá começar suas pesquisas por Mal Waldron. Sem falar de tantos outros músicos que lhe dedicaram tributos entusiasmados (veja lista abaixo) e diversos grupos que nasceram sob a condição primária de lhe revisitar a obra.

As composições de Monk apresentam lógica própria, não-aristotélica, elaboradas com grande precisão estrutural e concisão, fato incomum nas demais composições do bebop. Mestre em acentuações inesperadas e desordenadas - veja, por exemplo, Rhythm-n-ing - causava sérias dificuldades a quem pretendesse executar suas obras, mesmo aos mais hábeis virtuoses do piano. Tal característica transparece sobremodo no final das frases, onde quase sempre a nota tocada era absolutamente inesperada pelo ouvinte que, paradoxalmente, ao continuar ouvindo a composição, terminava por suplicar que a frase terminasse com a tal "nota errada" - ouça, por exemplo, Off Minor. E tudo isso partindo de uma melodia singela, um tema simples, muitas vezes construído sobre um acorde do bom e velho blues de doze compassos, mas com um profundo efeito final. E, para quem conhece a trajetória de Monk como pianista, sabe de suas intervenções especulativas. Ele passeou pelo stride de um Fats Waller, pelo trumpet-piano de um Earl Hines, pelo piano soturno e percussivo de um Duke Ellington, pelo comping style de um Count Basie, onde discretos acordes davam suporte ao solista. Ao contrário de Bud Powell, que na evolução do comping style praticamente abandonou a mão esquerda, que na prática apenas acompanhava sua velocíssima mão direita, Monk seguiu um caminho distinto, que poderíamos chamar de "evocativo", porque os acordes de sua mão esquerda assumiam papel fundamentalmente percussivo e nunca eram longos em permanência: em várias passagens podemos observar que Monk simplesmente parava de tocar, deixando que baixo e bateria acudissem o saxofonista ou o trompetista em seus solos. Tanta originalidade fez com que, antes de ser reconhecido como o improvisador genial que foi, Monk fosse considerado um "pianista menor" e impossível de ser classificado: ele não tocava swing, ele não tocava bebop. Que diabos ele tocava?

Monk, com suas composições "desafinadas", era capaz de fazer um piano desafinado soar afinado. Cheias de contornos imprevisíveis aos ouvidos da classe média, suas composições apresentam escalas inteiras totalmente incompatíveis umas com as outras, com tonalidades inimigas. Combinadas com um estilo rítmico absolutamente inovador, estas características harmônicas causavam um imenso rebuliço nos ouvidos mais educados. E, por último, mas igualmente genial: a utilização do silêncio em Monk é tão importante quanto a utilização do som. Quando o observamos tocar, temos a clara certeza de que ele nunca sabe qual nota vai tocar. Vacilante, ele parece sofrer terrivelmente, a cada segundo, para se decidir em qual tecla levará seu dedo. E, não raro, quando se decide, bate, bate, bate, como se estivesse batendo em nossa porta. E entra.

1957 - Vários - Round Midnight - Milestone M9144
1958 - Steve Lacy - Reflections: Steve Lacy plays Thelonious Monk - New Jazz OJCCD-063-2
1960 - John Lewis Presents Jazz Abstractions - Atlantic 1365
1961 - Bud Powell - A Portrait of Thelonious - Columbia CK 65187
1961 - Johnny Griffin - Lookin' at Monk - Jazzland JLP 939S
1963 - Bill Evans: Conversations with Myself - Verve 521-409-2
1963 - Steve Lacy - School Days - Emanem 3316
1967 - Enrique Villegas Trio - Tributo a Monk - Trova TL12
1969 - Steve Lacy plays Monk - Affinity AFF 43
1978 - Heiner Stadler - A Tribute to Monk and Bird - Tomato TOM-2-9002
1981 - Chick Corea - Trio Music - ECM-2-1232
1981 - Interpretations of Monk - Volume 1 - KOCH Jazz - KOC CD-7838 - Disc 1 - Muhal Richard Abrams set - Disc 2 - Barry Harris set.
1981 - Interpretations of Monk - Volume 2 - KOCH Jazz - KOC CD-7839 - Disc 1 - Anthony Davis set - Disc 2 - Mal Waldron set.
1981 - Bennie Wallace Plays Monk - Enja ENJ-30912
1982 - Milt Jackson - Memories of Thelonious Sphere Monk - Pablo OJCCD 851-2
1982 - Sphere - Four in One - Elektra Musician 7599-60166-1 7599-60166-1 - Excelente tributo, gravado no dia em que Monk morreu, 17 de fevereiro de 1982
1982 - Tommy Flanagan - Thelonica - Enja CD 4052-14
1984 - Kronos Quartet - Monk Suite: Kronos Quartet plays music of Thelonious Monk - Landmark CD LLP-1505
1984 - Vários - That's The Way I Feel Now: A Tribute to Thelonious Monk - A & M SP-6600
1985 - Steve Lacy - Only Monk - Soul Note SN 1160
1986 - Woody Shaw - Bemsha Swing - Blue Note 7243-8-29029-2-8
1987 - Anthony Braxton - Six Monk's Compositions - Black Saint 120 116-2
1987 - Walter Davis, Jr. - In Walked Thelonious - Jazz Heritage MHS 512631H
1988 - Carmen McRae - Carmen sings Monk - RCA Novus - 3086-2
1988 - Charlie Rouse - Epistrophy - 32 Jazz CD-32029
1988 - Stan Tracey Quartet - Tribute to Duke, Monk, and Bird - Emanem 3604
1989 - Randy Weston - Portraits of Thelonious Monk - Verve 841313-2
1989 - Steve Lacy - More Monk - Soul Note 121210
1990 - Marcus Roberts - Alone with Three Giants - BMG 3109-4-N
1990 - Mel Martin - Bebop & Beyond plays Thelonious Monk - Blue Moon CD R2 79154
1990 - Tete Montoliu - The Music I Like to Play Vol. 3 - Let's Call This - Soul Note 121230
1992 - Steve Lacy - We See - Hat Art CD 6127
1992 - Steve Lacy and Mal Waldron - I Remember Thelonious - Nel Jazz NLJ0959-2
1993 - Riverside Reunion Band - Mostly Monk - Milestone MCD-9216-2
1994 - Sonny Fortune - Four in One - Blue Note CDP 7243-8-28243-2-9
1994 - Steve Duke - Monk by 2 - Columbia CK 66975
1994 - Wynton Marsalis - Standard Time Vol.4: Marsalis Plays Monk - Columbia CK67503
1995 - Knut Kristiansen - Monk Moods - ODIN NJ 4051-2
1996 - Danilo Perez - Panamonk - Impulse CD IMPD-190
1996 - Vários - Round Midnight: Hommage à Thelonious Monk - Columbia COL 481331
1997 - Esbjörn Svensson Trio - EST Plays Monk - ACT 9010-2
1997 - The Bill Holman Band - Brilliant Corners: The Music of Thelonious Monk - JVC Classics CD 2066
1997 - Jessica Williams - In The Key Of Monk - Jazz Focus CD JFCD029
1997 - Fred Hersch plays Thelonious Monk - Nonesuch CD 79456-2
1997 - Miya Masaoka - Monk's Japanese Folk Song - Dizim Records 4104
1997 - Steve Slagle Plays Monk - Steeplechase SCCD 31446
1997 - T.S.Monk - Monk on Monk - N2KE-10017
1997 - Vários - It's Monk's Tune - Jazzfest 3-2203-2
1997 - Vários - For the Love of Monk - 32JAZZ 32008
1998 - Mike Melillo Trio - Bopcentric - Red Records RR123279
1998 - Andy Summers - Green Chimneys - RCA Victor-63472
1999 - The Dave Liebman Trio - Monks Mood - Double Time Records 154
1999 - Per Henrik Wallin Trio - 9.9.99 - Stunt Records STUCD 00202
1999 - Larry Coryell - Monk, Trane, Miles & Me - High Note HCD 7028
1999 - Vários - Blue Monk: Blue Note plays Monk's Music - Blue Note 8-35471-2
2000 - Vários - For Monk: a tribute to the music of Thelonious Monk - BMG D116733
2003 - Jessica Williams - More For Monk - Red & Blue
2004 - Thelonious Moog - Yes We Didn't - GrownUp Records 62988
2004 - Alexander von Schlippenbach - Light Blue: Schlippenbach plays Monk - Enja CD 9104-2
5.0 étoiles sur 5 Five Stars 12 mai 2015
Par Robert McCall - Publié sur Amazon.com
Format: CD Achat vérifié
Great Album - Kenny Barron is great!
Ces commentaires ont-ils été utiles ? Dites-le-nous


Rechercher des articles similaires par rubrique